Sozinho ou com Terapeuta?
 
Quando Dr. Edward Bach organizou o conhecimento das essências florais como conhecemos hoje, e assim elaborou o seu sistema (1930), tinha em mente que cada família poderia ter as essências em casa para ministrá-las de acordo com o estado emocional dos familiares.
É bem verdade que a auto-indicação de florais atende muito bem alguns estados emocionais agudos e pontuais. E por que não optarmos por utilizar os florais nessas situações? Na minha opinião devemos, já que o uso das essências é livre e sem contra-indicações.
Porém hoje em dia, com tantos sistemas florais a nossa disposição e parâmetros culturais, sociais e psicológicos diferentes daqueles do início do século passado, devemos ter o cuidado de utilizar apenas compostos emergenciais, compostos que atendam situações específicas e essências que não trabalhem conteúdos emocionais densos ou traumáticos. Isso, quando sem orientação profissional.
Apesar de não terem contra-indicações, algumas essências podem promover crises de conscientização, precipitando estados emocionais e até sensações físicas.
E se as características ou comportamentos que queremos ou precisamos mudar são arraigados, não tem razão aparente ou foram “construídos” ao longo da nossa vida?
 
 
 
 
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