Textos para leitoras, estudantes e profissionais interessadas em uma abordagem sensível e clínica da relação entre corpo e psique.
Conhecer um pouco mais sobre saúde mental, sobre o funcionamento da psique e sobre os processos emocionais que atravessam a vida humana tornou-se cada vez mais importante. Nem sempre o sofrimento se apresenta de forma clara. Muitas vezes, ele surge como ansiedade, cansaço persistente, desânimo, questões relacionais, conflitos internos ou externos, perda de sentido ou mesmo por meio de sintomas físicos que pedem escuta e compreensão mais profunda. Ter algum conhecimento sobre psicologia e autoconhecimento não significa patologizar a vida, mas desenvolver mais consciência sobre si, mais capacidade de discernimento e mais recursos para lidar com os próprios processos.
Nesse caminho, o autoconhecimento não é um luxo, mas uma forma de cuidado. Ele permite reconhecer padrões, compreender reações, nomear estados internos e perceber com mais clareza aquilo que o corpo, os afetos e os sintomas tentam expressar. Sob a ótica da Psicologia Analítica, esse processo é também uma via de aproximação da alma, de escuta do inconsciente e de ampliação da consciência diante daquilo que pede elaboração.
A Terapia Floral pode ser uma aliada valiosa nesse percurso. Seu papel não é substituir o trabalho clínico ou reduzir a complexidade do sofrimento humano, mas oferecer apoio sensível aos estados emocionais, aos conflitos internos e aos momentos de transição, favorecendo equilíbrio, percepção e sustentação psíquica. Quando integrada a uma visão mais ampla do indivíduo, a Terapia Floral pode contribuir de modo significativo para os processos de cuidado, autoconhecimento e transformação.
Esta página reúne artigos voltados justamente a esse campo de reflexão e aprofundamento: a relação entre corpo e psique, a linguagem simbólica dos sintomas, a saúde mental e os recursos que podem favorecer uma compreensão mais consciente e humana do sofrimento.

Esta reflexão busca colocar em diálogo a experiência emocional do ninho vazio, a Psicologia Analítica e a linguagem dos florais. O eixo central aqui é o humano: suas perdas, passagens, ambivalências e possibilidades de transformação. A perspectiva junguiana oferece uma compreensão simbólica dessas travessias; os florais, quando mencionados, surgem como referências complementares de leitura e acompanhamento, em sintonia com uma visão de alma que reconhece que certos processos pedem não apenas entendimento, mas também delicadeza no modo de serem tocados.

Os transtornos alimentares constituem um fenômeno cada vez mais presente nas sociedades ocidentais contemporâneas. Embora possam parecer, à primeira vista, meros desvios de conduta alimentar, eles expressam, em muitos casos, questões psíquicas que podem ser complexas, indo muito além da comida ou apenas do corpo.
Esses quadros, mais prevalentes entre adolescentes e mulheres jovens, mas não...

Talvez você já tenha ouvido falar de ghosting. Talvez já tenha vivido. Talvez até tenha sido quem se afastou em silêncio. Esses temas não são novos, eu sei. Mas continuam presentes nas sessões de terapia, surgindo de diferentes formas, trazendo dores, intensidades e histórias.
Muitas pessoas não associam o que vivem ao ghosting, mas se olharmos com calma, percebemos que o fenômeno está ali, escondido entre silêncios, retornos intermitentes e sumiços difíceis de nomear.

Imagine conquistar um prêmio importante no trabalho, ouvir elogios sinceros, receber reconhecimento público… e, mesmo assim, sentir lá no fundo que tudo não passa de um engano. Que, mais cedo ou mais tarde, alguém vai perceber que você não é tão boa assim. Essa sensação, tão familiar para muita gente, tem nome: Síndrome da Impostora.
O termo surgiu em 1978, quando as psicólogas Pauline R. Clance e Suzanne A. Imes estudaram 150 mulheres de alto desempenho profissional.

As festas de fim de ano chegam carregando um mix curioso de sensações.
Para uns, é alegria, pausa e reencontro; para outros, um desfile de protocolos, obrigações, apelos comerciais e algumas ciladas emocionais que surgem quase escondidas entre os brindes.
Parece exagero?
Nada disso. Quem conhece um pouquinho da psique sabe que rituais coletivos despertam conteúdos profundos, trabalhados ou não.
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